Íindio para casa – Bento Ribeiro B’Ro
Um índio, fantasiado de homem branco, na cidade suja
O relativo tempo-espaço, sem relação, nem tempo, nem espaço
Tribos em guerras, entre elas
Entre robôs! Sejam nem-vindos...
Botaram todas as palavras no grande livro, mas o que dizem as
ações?
Comendo rações, sem reações
Tomando veneno, se desfazendo
O rio tão puro, apodreceu
Estamos em apuros, ninguém percebeu?
Sambando um samba, sem compasso
Remédios contra dor de um cansaço
Alma não é fantasia, tambor não é brinquedo
Caboclo
sem natureza, força, fé e esperança que morrem cedo
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