O que mudou? - Maria de Fátima Mota Zampieri
No mundo de hoje, de rede e conexão,
O que se vê, é a separação e a solidão.
Na luta pela vida e na busca de ter mais, emerge a competividade,
Se passa a perna no outro, se torna corrupto e adeus solidariedade.
Alegando autonomia, terceiriza-se o bebê, usa-se a babá eletrônica, não dão colo e o deixam chorar.
Não sabem, que o abandonam, ensinam a desistir ao obstáculo, a ser dependente, não tendo forças para no futuro, lutar.
Aqueles que representam, oposição e situação, por ganância pessoal e corrupção, na sua hegemonia,
Abortam o interesse social, vendem o pulmão do mundo, esquecem a honestidade e também a minoria.
Fico hoje contente por mulheres antes passivas e sem voz, seguirem adiante ativas e irreverentes.
Pelo combate à violência às mulheres e às crianças, apesar de alguns que erguem a bandeira se sentirem impotentes.
Sinto saudade, do tempo em que o importante era o respeito, a educação, a cultura, a letra e a melodia,
Quando se interagia, conhecia-se vizinhos, visitava-se parentes e pela manhã dizia-se: bom dia.
O que se vê, é a separação e a solidão.
Na luta pela vida e na busca de ter mais, emerge a competividade,
Se passa a perna no outro, se torna corrupto e adeus solidariedade.
Alegando autonomia, terceiriza-se o bebê, usa-se a babá eletrônica, não dão colo e o deixam chorar.
Não sabem, que o abandonam, ensinam a desistir ao obstáculo, a ser dependente, não tendo forças para no futuro, lutar.
Aqueles que representam, oposição e situação, por ganância pessoal e corrupção, na sua hegemonia,
Abortam o interesse social, vendem o pulmão do mundo, esquecem a honestidade e também a minoria.
Fico hoje contente por mulheres antes passivas e sem voz, seguirem adiante ativas e irreverentes.
Pelo combate à violência às mulheres e às crianças, apesar de alguns que erguem a bandeira se sentirem impotentes.
Sinto saudade, do tempo em que o importante era o respeito, a educação, a cultura, a letra e a melodia,
Quando se interagia, conhecia-se vizinhos, visitava-se parentes e pela manhã dizia-se: bom dia.

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